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Um jovem noviço e a história da Ordem PDF Imprimir E-mail

Sou herdeiro de um grande passado, mas quando conheci a Ordem da Santa Cruz- Crúzios, alguns anos atrás, não podia imaginar a riqueza de sua história. 

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Em 2010 celebramos 800 anos de fundação, e toda a Ordem foi convidada a olhar para sua história e ver quanta riqueza há nela, como podemos viver o hoje e mirar o futuro.

Para mim de forma especial que atualmente estou no noviciado, ao estudar a história e a espiritualidade dos Crúzios, sou movido a pensar no pequeno ato de fundação feito por Teodoro e seus companheiros na pequena capela de São Teobaldo. Um evento simples, sem muitos conhecedores do que ali se realizava, mas que se tornou uma semente que aos poucos foi crescendo e ganhando vida.  Paro me imaginando como eles rezavam, seus trabalhos diários, e mais ainda imagino a alegria que estampavam no rosto. Aos poucos outros foram olhando como eles viviam e viam sua entrega e testemunho de Cristo e também desejaram ser como eles.

Olhando mais atentamente os altos e baixos da história da Ordem. Percebo como durante os anos, os problemas iam surgindo e as respostas apareciam oriundas de confrades que eram fieis ao carisma. Creio que a palavra fidelidade aparece muito em todos esses anos, mas não uma fidelidade que só se manifesta no comum, mas em cada um dos crúzios. Todos assumiram a missão, ou melhor, o convite de Cristo de segui-lo no espírito das primeiras comunidades cristãs. Tenho como grande exemplo os cinco crúzios que restaram nos tempos difíceis do Rei Guilherme I na Holanda, ali rezavam e mantinham a vida comunitária e seu trabalho, somente anos depois pôde ingressar na Ordem o sacerdote secular Henrique van den Wijmelemberg, que trouxe novos ares e florescimento.

A história toda dos Crúzios faz-me sentir herdeiro de um grande passado. Nele eu contemplo a fidelidade ao carisma, a construir a vida comunitária, os erros que tiveram e as grandes transformações, os variados trabalhos (apostolados), e por que não dizer que mesmo antiga é uma proposta sempre atual para seguir a Cristo. Busco a exemplo deles para caminhar, assumindo a responsabilidade de contribuir com a comunidade onde resido, de transmitir aos outros a espiritualidade da cruz gloriosa. Em meio a um mundo tão conturbado, mostrar como viver em comunidade é possível e nosso estilo próprio de rezar nos alimenta para nosso apostolado em todas as suas dimensões.

 

Por Marcos Antônio Lelis OSC

 
 
 
Ser Crúzio – uma vocação para a fraternidade PDF Imprimir E-mail

Dentro dos muitos modos de viver a vida religiosa, os Crúzios fazem parte dos cônegos regulares e baseiam sua vida em três pilares: a vida litúrgica conventual, a vida fraterna e a vida apostólica. O cotidiano da vida crúzia é marcado por um ritmo de oração em comum, onde os confrades se reúnem par celebrar a Liturgia das Horas e a Eucaristia de forma pública, ou seja, aberta para a participação de todo o Povo de Deus. Esse apreço pela Liturgia forma parte de nossa identidade, pois é o alimento principal de nossa espiritualidade e parte essencial da vida conventual. capela1

 Como seguidores da regra de Santo Agostinho, a vida em comum é um outro aspecto importante da nossa identidade.  Vivemos como irmãos em comunidade e buscamos encontrar nessa convivência fraterna com os outros um caminho que nos aproxime de Deus. Assim, a comunidade se torna mais que um lugar onde se mora junto, um lugar onde, antes de tudo, se partilha a vida e se faz um caminho de comunhão e apoio mútuo.    

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Vida Consagrada PDF Imprimir E-mail

capela1Jesus foi “consagrado a Deus”, é o que lemos, na celebração desta festa da Apresentação do Senhor. Na Igreja se fala de Vida Consagrada, a vida dedicada ou consagrada a Deus. Com o Novo Testamento e a pregação de Jesus, ocorreu uma mudança dramática para uma forma de religião presa nos sacrifícios físicos a uma prática religiosa de dedicação espiritual. Ninguém se aproxima de Deus com holocaustos e sacrifícios de sangue, mas com uma consagração do coração e da mente, uma dedicação a Deus, que inclui uma mudança de mentalidade e uma transformação de personalidade ao longo da vida.

Se tivéssemos que resumir o que a vida consagrada é, poderíamos dizer o seguinte: Ela é um compromisso em ser transformados pela experiência do amor, tanto a experiência humana de ser amado e a amar ativamente outros. Sabemos por meio São João que Deus é amor. Quando participamos dessa experiência espiritual, ou seja, este saber o que significa amar e ser amado a partir de dentro da nossa experiência humana de amor, sabemos quem é Deus.

Nosso Papa Francisco nomeou o ano de 2015 como o ano dedicado à Vida Consagrada. Todos nós somos convidados a aprender a ver algo novo sobre a Vida Consagrada. Pergunte aos homens e mulheres que você conhece que são conscientemente dedicados a esta vida de consagração a Deus. Peça-lhes para dizer como eles a entendem, como eles a vivem, como eles a amam.

 
Vocação: o convite do Senhor “Vem e segue-me” PDF Imprimir E-mail

vocare2         Estamos no mês de agosto, mês consagrado à vocação. Vocação é uma certeza interior que nasce da graça do Deus que nos toca a alma e que nos pede uma resposta livre. Caso Deus chama uma pessoa, a certeza irá crescendo na medida em que sua resposta for mais generosa.

Pensando nisso, segue uma reflexão para nos ajudar no nosso processo de discernimento vocacional. Especialmente quando colocamos nossos “bens” em primeiro lugar em relação ao chamado que Deus nos faz para fazermos uma experiência, discernimento vocacional...

 

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O espírito da Vida Religiosa PDF Imprimir E-mail

O espírito da Vida Religiosa


Por Pe. José Cláudio Nilton OSC

 

A grosso modo, apresentamos neste ensaio, uma brevíssima reflexão sobre o "espírito da Vida Religiosa".
O que torna o religioso sóbrio é a busca do "Único Necessário", o Deus de Jesus Cristo que se faz presente de maneira total neste mundo e, que no mesmo instante se presta a ser buscado. "O único propósito da vida religiosa é a busca sincera de Deus" . Eis aqui o ponto central da Vida Religiosa, que traz como bojo todo o desenvolvimento da ação dos religiosos no que diz respeito ao lugar em que se encontra. Nos tempos passados e ainda hoje esse eixo central - busca de Deus - se faz presente na vida religiosa.
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